sábado, 4 de abril de 2026

Ecos da Conspiração




Após a batalha sangrenta nos esgotos e a destruição do avatar de Aharadak, os heróis convocaram Honório para investigar os cultistas capturados e prender qualquer envolvido na trama. Os interrogatórios rapidamente revelaram algo ainda mais perturbador: aqueles cultistas não agiam sozinhos. Eles eram financiados e apoiados pelos puristas.

Desejando descobrir mais, Zanzertein utilizou o Olho de Sszzas para lançar a magia Lendas e Histórias sobre os restos mortais do líder cultista. Ao erguer o artefato arcano, ele murmurou com voz firme: “Que o passado revele aquilo que a carne tentou esconder.” Fragmentos de memórias começaram a surgir em sua mente como ecos distantes. Entre visões fragmentadas apareceu o nome da Capitã Alurra, cuja influência parecia guiar o cultista. Outro nome também atravessou as mentes do grupo de maneira vaga e inquietante, como um sussurro distante: Aaron Sauer, um aparentemente inofensivo vendedor de itens na cidade voadora de Vectora.

Após essas descobertas, a comandante Cassidy agradeceu aos heróis por salvarem a cidade daquela ameaça oculta. Em sinal de gratidão, ofereceu um guia experiente que poderia conduzi-los pelas traiçoeiras Montanhas Uivantes.

Antes de partir, Aric sugeriu um plano para despistar possíveis perseguidores. Zanzertein concordou e conjurou Disfarce Ilusório, dizendo calmamente: “Que os olhos vejam aquilo que desejam acreditar.” Sob a magia, todo o grupo assumiu a aparência de cidadãos comuns que apenas viajavam pela região. Em seguida, o mago reforçou a proteção do grupo. Apontando para Jalin, conjurou Dificultar Detecção enquanto dizia: “Que os segredos caminhem além do alcance dos olhos.” Depois espalhou outras proteções sobre todos, lançando Resistência a Energia com a frase “Que os elementos não encontrem abrigo em nossa carne” e Suporte Ambiental, garantindo que o frio brutal das montanhas não os destruísse antes mesmo de encontrarem seus inimigos.

A subida pelas Montanhas Uivantes rapidamente se mostrou um desafio mortal. O vento cortava como lâminas e cada passo exigia esforço extremo. O guia alertou que mais acima existia uma região dominada por mamutes e que qualquer queda naquele terreno significaria morte certa. Para ajudar na escalada, Aric conjurou Primor Atlético sobre todos os aliados, dizendo: “Que o corpo supere seus próprios limites.”

Mesmo assim, a montanha mostrou sua fúria. Uma enorme rocha se desprendeu da encosta e começou a despencar na direção do grupo. Zanzertein reagiu imediatamente, lançando Queda Suave enquanto declarava: “Que a queda perca sua fúria.” O pedregulho desacelerou o suficiente para não esmagá-los, mas a confusão da queda acabou separando o grupo e fazendo com que Zanzertein e Anastácia escorregassem pela encosta. Jalin conseguiu agarrar Anastácia antes que ela despencasse no abismo, enquanto Zanzertein conjurava rapidamente Campo de Força, dizendo: “Que nenhuma força atravesse minha vontade.”

O guia, percebendo a gravidade da situação, caiu de joelhos e fez uma prece à deusa das montanhas, Beluhga. Por um breve momento, o vento cessou e a própria montanha pareceu observar o grupo. Seja por intervenção divina ou pura sorte, o caminho tornou-se novamente possível de escalar, e os aventureiros conseguiram alcançar o topo.

Lá encontraram um lago congelado cercado por enormes mamutes que defendiam o território com agressividade. Sentindo um presságio de perigo, Zanzertein decidiu buscar orientação sobrenatural e lançou Contato Extraplanar, murmurando: “Que as vozes da guerra respondam ao meu chamado.” Mais uma vez ele buscava conselhos da Senhora dos Exércitos, Lamashtu. Em seguida reforçou sua própria segurança com Premonição, dizendo: “Que o destino me avise antes que a morte me alcance.”

Enquanto isso, Jalin começou a cantar uma melodia inspiradora que ecoou pelo vale congelado. Aric ativou seu Surto Heróico, reforçando seu próprio corpo com Primor Atlético e protegendo-se com Campo de Força, afirmando com determinação: “Que nenhuma presa ou lâmina atravesse minha vontade.” Bolgg avançou para a linha de frente, pronto para enfrentar qualquer criatura que se aproximasse, enquanto Anastácia ergueu as mãos e conjurou Conjurar Mortos-Vivos, sussurrando: “Levantem-se, servos da fome eterna.” Seis carniçais emergiram do gelo rachado ao redor do lago.

Não demorou para que um dos mamutes investisse contra Aric. O bucaneiro conseguiu se esquivar no último instante, e a criatura acabou avançando diretamente contra Bolgg. O bárbaro respondeu com um golpe brutal de sua espada executora, rasgando a pele espessa do animal e abrindo um corte profundo em seu flanco. O mamute cambaleou e, ao tentar recuperar o equilíbrio, acabou ferindo a própria pata.

Zanzertein então lançou Benção sobre o grupo, declarando: “Que a fortuna acompanhe nossas lâminas.” Aproveitando a abertura, Jalin disparou sua pistola de adamante. O tiro ecoou pelas montanhas como um trovão, atravessando o ombro do mamute e espalhando sangue sobre o gelo. Aric avançou logo em seguida e finalizou a criatura com um golpe poderoso de sua espada executora que abriu o crânio do animal e o derrubou com estrondo.

Tentando acelerar o combate, Zanzertein utilizou o Olho de Sszzas para conjurar Velocidade sobre Bolgg, proclamando: “Que o tempo se curve diante da minha vontade.” Porém algo na magia saiu levemente errado. Graças à Premonição ele conseguiu evitar um desastre maior, mas a distorção arcana acabou envolvendo também um dos mamutes próximos. Agora tanto Bolgg quanto aquela criatura se moviam com velocidade sobrenatural.

O mamute veloz avançou contra Aric, mas o bucaneiro esquivou-se novamente e respondeu com uma sequência devastadora de golpes. Utilizando outro Surto Heróico, Aric desferiu ataques rápidos e brutais que finalmente derrubaram o animal.

Outro mamute então avançou de maneira quase brutalmente indiferente, pisoteando o corpo de um companheiro morto para alcançar os heróis. Aric conseguiu evitar o ataque, mas os carniçais de Anastácia foram esmagados sob o peso colossal da criatura. Bolgg, ainda acelerado pela magia, aproveitou a oportunidade e desferiu um golpe preparado que abriu um profundo corte no flanco do animal.

Mesmo ferido, o mamute conseguiu reagir e enrolou sua tromba ao redor de Anastácia, tentando esmagá-la. Zanzertein reagiu imediatamente lançando Libertação e declarando: “Que nenhuma corrente segure minha aliada.” A tromba perdeu força e Anastácia conseguiu escapar.

Exausta, ela tocou a tatuagem que carregava o rosto de Zanzertein e ativou sua Súplica Mística de Zanzertein Karameikos, recuperando parte de seu vigor arcano.

Jalin então voltou a cantar, direcionando sua música para um dos mamutes. A criatura ficou fascinada e começou a caminhar lentamente pelo lago congelado. O gelo rachou sob o peso colossal do animal e finalmente se partiu, fazendo o mamute cair nas águas escuras abaixo.

Porém algo se moveu sob a superfície.

Uma enorme criatura serpenteou nas profundezas do lago e emergiu com violência. Era um gigantesco Verme do Gelo. Sua boca circular abriu-se como um abismo e, antes que o mamute pudesse escapar, a criatura arrancou grandes pedaços de carne do animal ainda vivo.

A água do lago se tingiu de vermelho.

E naquele momento os heróis perceberam que os mamutes talvez não fossem o maior perigo daquela montanha.





Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho 

Imagens geradas por IA como Copilot, Bing, Dall-e.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Silêncio

 



O grande salão dos esgotos era um cenário de horror ritualístico.

No centro da câmara jaziam os corpos dos desaparecidos.

Jorik Passosilente, o jovem que denunciara extorsão.

Greta Pedracantada, comerciante que testemunhara corrupção.

Valdrik, o Corcunda, o mendigo que vira guardas entrando nos esgotos.

Seus corpos estavam dispostos em círculo.

A pele havia sido aberta em incisões brutais. As costelas estavam expostas e símbolos da Tormenta haviam sido entalhados diretamente na carne.

Ao redor deles, três cultistas entoavam cânticos profanos enquanto aranhas de gelo rastejavam pelas paredes úmidas.

Então o líder ergueu o rosto.

Sua pele era rubra e escamosa.

Os olhos, escarlates e fanáticos.

Ele sorriu.

— Abracem Aharadak.

Uma aura carmesim explodiu ao redor dele.

“Que a carne se abra para o infinito rubro!”

Do ar surgiram simbiontes vivos, massas pulsantes de carne alienígena que voaram em direção ao peito dos heróis.

Mas antes que pudessem penetrar suas carnes—

O Olho de Sszzas brilhou.

Uma luz verde serpentina explodiu do artefato.

Os simbiontes foram arrancados do ar e repelidos, como se uma vontade arcana maior os expulsasse.

Talvez Sszzaas tivesse planos maiores para aqueles mortais.

Talvez aqueles heróis fossem peças em um jogo muito maior.


As Primeiras Magias

Jalin avançou um passo, abrindo os braços dramaticamente.

“Que até o horror pare para ouvir!”

Sua Apresentação Impactante ecoou pelo salão.

Os cultistas vacilaram por um instante.

Foi o suficiente.

O líder então ergueu as mãos, olhos queimando em loucura.

“Que o sangue desperte o enxame carmesim!”


Enxame Rubro.

Uma nuvem de insetos monstruosos começou a se formar—

Mas Zanzertein ergueu o Olho de Sszzas.

“Que o mistério se oponha ao caos.”

A contramágica esmagou o feitiço antes que ele pudesse nascer.


O Véu da Morte

Anastácia deslizou para frente.

“O corpo é apenas uma lembrança.”

Seu Manto das Sombras envolveu seu corpo, tornando-a translúcida, quase espectral.

Ela atravessou o campo de batalha até o centro do círculo ritual.

Então ergueu a mão.

“A luz mente. A treva revela.”

Anular a Luz.

As energias mágicas que sustentavam o ritual dos cultistas se desfizeram como fumaça.

Um dos cultistas reagiu com fúria.

Ele ergueu um símbolo grotesco da Tormenta e gritou:

“Respirem o sopro da decomposição eterna!”

Miasma Mefítico.

Mas Anastácia o interrompeu imediatamente.

“Nem mesmo a podridão desafia minha vontade.”

A contramágica destruiu o feitiço.

Outro cultista, porém, completou sua conjuração.

“Que os pulmões se encham de morte!”

O Miasma Mefítico explodiu sobre o grupo.

O ar tornou-se pesado, venenoso e pútrido.

Mesmo tossindo e com os olhos ardendo, os heróis avançaram.


Carnificina

A partir daí, o combate mergulhou em violência.

Zanzertein apontou para a última aranha.

“A forma é apenas uma escolha.”

Metamorfose.

A monstruosidade virou um verme grotesco.

Jalin não hesitou.

Um disparo.

O verme explodiu em uma massa viscosa de órgãos esmagados.

Espadas abrindo corpos.

Balas atravessando carapaças.

Magia contra magia.

Fúria contra horror.

E tudo isso culminaria naquilo que os cultistas realmente pretendiam trazer ao mundo…


O Avatar de Aharadak.

Uma massa de tentáculos pulsantes surgiu da poça rubra.

Uma bocarra monstruosa, cheia de dentes irregulares, abriu-se no centro da criatura.

Olhos escarlates se abriram por toda a superfície do corpo.

O Avatar de Aharadak nasceu.

O terror mental esmagou o grupo.

Bolgg e Aric sentiram parte de sua energia vital sendo drenada.


A Última Investida

Aric gritou:

— Destruam antes que se fortaleça!

Ele avançou.

Golpe após golpe, sua espada cortava tentáculos, espalhando muco branco e sangue rubro.

Anastácia respondeu com necromancia.

“O corpo apodrece… mesmo que não esteja vivo.”

Infligir Ferimentos.

Miasma Mefítico.

A criatura resistiu parcialmente, carne aberrante recusando-se a morrer.

Um tentáculo atingiu Bolgg.

O impacto quase quebrou suas costelas.

Mas graças à Libertação, ele não foi agarrado.

Bolgg rugiu.

Seu golpe arrancou fileiras inteiras de dentes da bocarra do avatar.

A criatura vomitou muco ácido e pedaços de si mesma.

Ela estava enfraquecendo.


O Golpe Final

Zanzertein ergueu o Olho de Sszzas.

“Que a vontade arcana seja inevitável.”

A Lança Infalível de Talude surgiu como um raio de pura destruição.

O projétil perfurou o crânio grotesco da criatura.

A cabeça do avatar explodiu em fragmentos de carne e ossos deformados.

O corpo colapsou.

Tentáculos se debateram por alguns segundos… e então ficaram imóveis.


O Silêncio

O salão estava coberto de sangue, pedaços de aranha, membros humanos e restos da aberração.

Os heróis recolheram as armas dos cultistas.

Zanzertein então enviou uma mensagem telepática ao chefe da milícia.

Os cultistas restantes nos esgotos foram presos.

Aquele ninho da Tormenta havia sido destruído.

Mas todos sabiam uma coisa.

Servos de Aharadak dessa vez não agiram sozinhos.

...


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagens geradas pelo Copilot. 

terça-feira, 17 de março de 2026

Esgotos

 


A investigação continuava a apertar o cerco ao redor do mistério que apodrecia sob Korm.


A Costureira e o Último Bilhete

Aric e Jalin encontraram Isolda Passosilente, uma costureira idosa de mãos gastas pelo trabalho e pelos anos. A casa era simples, mas arrumada com cuidado — como se cada objeto ali fosse uma tentativa de manter viva a memória do filho.

Seu filho, Jorik Passosilente, havia morrido duas semanas antes.

Ela contou que ele denunciara extorsões feitas por guardas corruptos. Desde então, problemas começaram a surgir.

Com voz trêmula, entregou duas coisas aos aventureiros.

Um bilhete escrito por Jorik.

E um medalhão estranho.

Segundo ela, aquele medalhão pertencia a alguém que entrara nos esgotos pouco antes da morte de seu filho.

— Há algo errado perto das entradas dos esgotos… — disse ela. — Jorik sabia.


O Mendigo que Observa

Enquanto isso, Zanzertein, Bolgg e Anastácia conversavam com os mendigos da cidade. Entre eles estava Zezin, conhecido como o mendigo letrado.

Zezin lembrava-se bem de Valdrik, o Corcunda.

Valdrik bebia cerveja nas redondezas e dormia perto do posto da guarda.

Um dia, comentou que tinha visto algo estranho: um dos guardas entrando nos esgotos durante a noite.

Antes de desaparecer, Valdrik falou de outra coisa inquietante.

Ele havia visto uma aranha de gelo nas galerias subterrâneas.

Depois disso, decidiu investigar.

Nunca mais foi visto.


O Medalhão dos Cultistas

Reunidos novamente, Zanzertein ergueu o Olho de Sszzas.

O artefato pulsou com poder antigo enquanto ele invocava a magia.

“Que o passado se curve à curiosidade do presente.”

A magia Lendas e Histórias revelou a verdade escondida no medalhão.

Ele era um distintivo de cultistas.

Mais do que isso, revelou um padrão recorrente nos esgotos: quatro símbolos marcavam caminhos e salas importantes.

Sol.

Nuvem.

Lua.

Montanha.

Um sistema de navegação… ou um código ritualístico.


O Plano de Infiltração

Aric teve a ideia.

Falsificar o medalhão.

Se conseguissem se passar por cultistas, poderiam penetrar nas profundezas dos esgotos sem levantar suspeitas.

Após descanso e preparação, o grupo estava pronto.

Zanzertein novamente empunhou o Olho de Sszzas.

“Que até o inerte se levante para proteger o destino.”

Dois postes da rua se ergueram do chão.

A magia Animar Objetos os transformou em guardiões combatentes que marchariam ao lado de Aric e Jalin.


A Descida aos Esgotos

A entrada dos esgotos estava trancada.

Mas o molho de chaves de Honório resolveu o problema.

O portão abriu.

O cheiro de umidade e decadência escapou das profundezas.

Pouco depois de entrarem, um homem surgiu das sombras.


— O que vocês estão xeretando aqui?

Aric simplesmente ergueu o medalhão.

— Estamos adiantados.


O homem empalideceu.

Pediu desculpas imediatamente.

E deixou que passassem.


Conselhos de Guerra

Mais adiante, Zanzertein invocou sabedoria extraplanar.

Ele abriu sua mente para além do mundo.

“Que os generais do infinito sussurrem estratégia.”

A magia Contato Extraplanar chamou a atenção de Lamashtu, Senhora dos Exércitos, que ofereceu conselhos sobre combate e posicionamento.


O Labirinto dos Símbolos

A primeira bifurcação apareceu.

Um caminho marcado com rio.

Outro com lua.

Seguiram pela lua.

Na sala seguinte, duas criaturas emergiram da escuridão.

Aranhas de gelo.


O Combate nas Galerias

Uma delas avançou sobre Aric.

O poste animado lançou-se entre os dois, recebendo o impacto brutal das patas congelantes.

O guardião de madeira caiu despedaçado.

A segunda aranha atacou Jalin. O sátiro se esquivou de parte dos golpes, rebatendo uma das patas com seus chifres para evitar ser agarrado.

O frio irradiado pelas criaturas era intenso.

A pele dos aventureiros começou a congelar superficialmente.

Aquilo não poderia durar muito.

Zanzertein reagiu imediatamente.

“Que os elementos reconheçam seus mestres.”

Resistência a Energia envolveu os heróis.

Logo em seguida, sua magia reforçou o ritmo do combate.

“Que o tempo acelere para os preparados.”

Velocidade.

E então:

“A mente firme jamais hesita.”

Concentração de Combate.


O Contra-Ataque

Jalin ergueu sua postura teatral.

“Que a bravura seja música!”

Sua apresentação impactante incendiou o espírito do grupo.

Ele sacou sua pistola de adamante com elegância e disparou uma rajada devastadora contra as aranhas.

Aric avançou logo em seguida.

Sua espada executora de adamante — maciça, lancinante e harmonizada — descreveu um arco mortal.

Um golpe devastador partiu a carapaça da aranha ferida.

Movendo-se com velocidade sobrenatural, Aric concluiu o ataque e destruiu completamente a criatura que tentava agarrar Jalin.


A Reconstrução do Guardião

Zanzertein apontou para o poste destruído.

“Nem tudo que cai permanece quebrado.”

A magia Transmutar Objetos restaurou o guardião combatente, devolvendo-lhe vigor e utilidade.


O Caminho do Ritual

Mais adiante, outra bifurcação:

Montanha ou Nuvem.

Escolheram Nuvem.

Outra bifurcação surgiu logo depois.

Sol ou Lua.

Mais uma vez, seguiram o caminho da Lua.

O corredor desembocou em um grande salão subterrâneo.

Ali estavam vários cultistas da Tormenta.

E mais aranhas de gelo guardando o local.

Os aventureiros haviam encontrado o coração do culto.

E a batalha estava prestes a começar.


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagem gerada pelo Bing IA.

quarta-feira, 4 de março de 2026

A cidade revida



O grupo se divide.

A vila parece calma à luz do dia… mas sob a superfície, tudo apodrece.

Aric e Jalin procuram Honório, sargento da milícia local. A conversa exige insistência, jogo de palavras e paciência. Depois de muita argumentação, conseguem um encontro reservado.

Honório fecha a porta. O minotauro parece menor sem a armadura completa.

Ele confessa:

Magnus investigava algo nos esgotos.

Descobriu demais.

Pagou por isso.

Há ressentimento em sua voz — Magnus o chamou de covarde por não se envolver nas investigações. Talvez ele tenha sido.

Com mãos pesadas, entrega um molho de chaves.

— Pode ser útil.

Pede sigilo absoluto. Se essa conversa vazar, ele morre.

Antes da despedida, ergue o símbolo de Khalmyr e concede uma bênção formal.

Cassidy, que aguardava do lado de fora, aproxima-se discretamente de Jalin:

— Nos esgotos… há algo. Um culto. Aharadak.

O nome ecoa como uma ferida aberta.

******************

Enquanto isso, Anastácia, Bolgg e Zanzertein visitam o ferreiro.

Algumas moedas compram mais do que serviços — compram confiança.

O homem revela:

Magnus saiu mais cedo do trabalho.

Forjou um kit de ladinagem para um amigo.

Infiltrou-se nos esgotos.

Não voltou.

Ele também entrega a lista dos desaparecidos:

Jorik Passosilente, jovem denunciante de extorsão.

Greta Pedracantada, comerciante que viu guardas roubando joias.

Valdrik, o Corcunda, mendigo que testemunhou guardas entrando nos esgotos à noite.

******************

Padrões começam a se formar.

O Dia Seguinte — A Cidade Revida

Aric e Jalin seguem para investigar Isolda, mãe de Jorik.

No caminho, gnolls armados os interceptam.

Ao mesmo tempo, Anastácia, Bolgg e Zanzertein distribuem comida aos mendigos — um gesto simples… interrompido por humanos de olhar rubro.

Simbiontes.

A emboscada é coordenada.

Zanzertein reage primeiro.

Ergue a mão e invade mentes hostis.

“Que o delírio revele a verdade que escondem.”

Sussurros Insanos rasgam a sanidade dos humanos. Mas as criaturas carregam a Tormenta em suas veias — e o contra-ataque mental atinge o próprio mago. Sua mente arde, sangue escorre pelo nariz… ele se fere, mas mantém o foco, sustentado por sua disciplina arcana.

Aric inicia sua preparação marcial.

Canção inspiradora.

Firula energizada por Surto Heróico.

Prestidigitação convertida em campo de força.

Ele aguarda o momento exato.

Anastácia estende os braços.

“Das profundezas esquecidas, ergam-se.”

Tentáculos negros irrompem do chão, agarrando dois humanos simbiontes.

******************

Um gnoll dispara contra Jalin.

“Nem toda bala encontra destino!”

O campo de força absorve parte do impacto.

Outro gnoll ataca Aric — tiros cortam o ar, mas o guerreiro se esquiva com precisão quase artística.

Um terceiro gnoll dispara novamente contra Jalin. Desta vez, seu morto-vivo servo se lança na frente.

O projétil atravessa carne já condenada.

O aliado cai… definitivamente.

Jalin bebe uma poção de velocidade. Depois outra, curando seus ferimentos. Em seguida, ergue sua magia.

“Se a batalha é palco, que eu seja multidão!”

Imagem Espelhada.

Cinco cópias ilusórias o cercam.

Bolgg avança como tempestade encarnada e executa um humano simbionte com brutalidade decisiva.

Zanzertein aponta para o bárbaro.

“Que o impossível se torne maior.”

Bolgg cresce. Enorme. Veloz. Furioso.

******************

Aric finalmente se move.

Seu golpe em arco atravessa três gnolls ao mesmo tempo — sangue espalha-se como pincelada violenta.

Surto Heróico.

Outro arco devastador.

Os gnolls cambaleiam.

Anastácia estala os dedos.

“O ar apodrece. A carne recorda a morte.”

Miasma Mefítico.

Profanar acelerado.

Trevas corroem carne e alma.

Cercado, Mas Inquebrável

Os gnolls abandonam pistolas e sacam machadinhas. Cercam Aric.

As lâminas atingem… imagens ilusórias se despedaçam.

Um golpe quase perfura seu olho.

Outro morto-vivo se joga na frente.

Sacrifício.

Aric ativa seu escudo arcano e mantém a linha.

Jalin ergue a mão:

“Um pensamento pode cortar mais fundo que aço!”

Adaga Mental atinge um gnoll — atordoado.

Um disparo de pistola finaliza o impacto.

******************

Bolgg arranca o braço de um humano simbionte em golpe único.

Zanzertein conjura uma bola de fogo.

“Que as chamas purifiquem o que é aberrante!”

A explosão consome dois inimigos — mas eles se esquivam parcialmente.

Aric encerra o combate.

Golpe em arco.

Outro.

Outro.

Três gnolls tombam sob a lâmina de adamante.

Os simbiontes restantes balbuciam, atacam a si mesmos em confusão… até que Bolgg os corta ao meio.

Silêncio.

Apenas respiração pesada.

Anastácia e Zanzertein unem forças uma última vez, canalizando o Miasma Mefítico nas criaturas caídas — drenando o resquício de energia profana e fortalecendo seu próprio poder arcano.

A cidade agora sabe.

Algo nos esgotos não apenas cultua Aharadak.

Está recrutando.

Está armando.

Está reagindo.

E sábado à meia-noite se aproxima.


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagens geradas pelo Bing. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ervas, livros e picanhas




A Biblioteca da Apotecária

Deixando a taverna para trás, o grupo seguiu até a loja onde trabalhava a irmã da vítima. O interior tinha cheiro de pergaminhos antigos e ervas secas. Um sátiro e dois elfos foram recebidos com frieza imediata.

— Se vieram perguntar sobre meu irmão, perderam seu tempo.

Anastácia apenas inclinou a cabeça, serena como um epitáfio.

— Vim pelo conhecimento.

Ela percorreu as estantes como quem caminha entre tumbas, depositando moedas sobre a mesa antes de mergulhar na leitura.

Quando revelaram a morte de Magnus, a máscara profissional de Mallory quebrou. O choque a atingiu como lâmina invisível. A apotecária desabou em prantos, voz perdida entre soluços que pareciam arrancar pedaços de sua própria alma.

Ainda tremendo, conduziu-os ao quarto do irmão.

Ali, Zanzertein ergueu o Olho de Sszzas. O artefato pulsou, e o ar se dobrou como páginas sendo folheadas por mãos invisíveis.

“Que a memória do mundo fale através de mim.”

A magia de Lendas e Histórias desceu como poeira dourada. Visões fragmentadas revelaram segredos esquecidos.

No quarto de Magnus o grupo encontrou o diário da vítima, marcado por quatro símbolos recorrentes: Sol, Nuvem, Lua e Montanha.


Emboscada na Taverna

Ao retornarem, a atmosfera na taverna estava diferente — pesada, elétrica, como ar antes da tempestade.  

Um minotauro adentra o salão l, mas ele não estava sozinho. Outros de sua espécie o acompanhavam, olhos rubros pulsando sob a pele — corpos dominados por simbiontes que se moviam como sombras vivas sob a carne.

O ataque foi imediato.

Zanzertein reagiu primeiro, a voz cortando o caos:

“Que o tempo obedeça à urgência dos vivos!”

A Velocidade irrompeu sobre os aliados. Em seguida, sua trama celére se entrelaçou ao combate:

“A mente firme é lâmina que não se quebra.”

A concentração de seus companheiros tornou-se inabalável.

Aric girou a lâmina com teatralidade estudada, paródia marcial transformada em foco letal. Jalin ergueu a postura e lançou uma apresentação vibrante, sua presença aquecendo os corações do grupo.

“A alegria também luta.”

A inspiração floresceu entre os aliados.

O Confronto, Os minotauros avançaram.

Um deles investiu contra Anastácia com brutalidade cega. Ela não recuou. Não havia medo onde a morte já era familiar.

Outro inimigo entrou no alcance de Aric — e encontrou a execução perfeita. Sua espada descreveu um arco inevitável, ferindo mortalmente o agressor que falhou ao revidar.

Jalin aparou um gládio com o próprio chifre, metal rangendo contra queratina sagrada. Quando o minotauro se desequilibrou, o sátiro respondeu com precisão fulminante, abrindo carne e orgulho.

Outro golpe atingiu Jalin, arrancando sangue. Ainda assim, ele permaneceu de pé, o sorriso cansado sustentando a linha de frente.

Um minotauro encarou Zanzertein — e o medo tentou cravar raízes no universalista. O pavor o tocou… mas não o dominou.

Anastácia abriu seu manto de sombras, presença incorpórea como noite sem lua.

“O abismo reconhece os que caminham nele.”

O terror que tentou impor não encontrou eco — os simbiontes não temiam.

Zanzertein então envolveu o campo em névoa densa, reposicionando-se com frieza estratégica.


A Maré Vira,

Aric tornou-se tempestade de aço.

Um golpe atravessou peito e espinha, derrubando um minotauro instantaneamente. Outro movimento rasgou carne e órgãos em explosão grotesca. Um terceiro corte encerrou outra vida antes que o corpo compreendesse a própria morte.

Jalin sacou sua pistola de adamante. O disparo perfurou profundamente um inimigo. Recarregou com fluidez e atirou novamente, precisão guiada por pura determinação.

Quando atacado por chifrada brutal, ergueu sua defesa instintiva.

“Nem o medo atravessa meu ritmo!”

O campo de força absorveu o impacto.

Anastácia estendeu a mão para um dos agressores e sussurrou com autoridade sepulcral:

“Que a ruína encontre seu nome.”

Um Rogar Maldição esmagou a criatura, que tombou incapaz de se erguer.

Aric avançou sobre o caído e concluiu o inevitável.

O silêncio retornou… interrompido apenas pelo som mundano de funcionários limpando o sangue do chão.

Eles mesmos comentaram, inquietos: aquilo não era normal.


Revelações de Elrik Vinhoamargo

Zanzertein conversou com Elrik Vinhoamargo, o taverneiro ranzinza que parecia saber mais do que demonstrava.

Entre resmungos e olhares cautelosos, ele revelou:

Magnus e Honório discutiam com frequência — mas também bebiam juntos em outras noites.

A guarda vinha “requisitando” bebidas sem pagamento.

Ruídos estranhos ecoavam dos esgotos durante a madrugada.

Um desaparecido anterior também frequentava a taverna e tinha dívidas com guardas.

E o detalhe mais perigoso: reuniões do culto aconteciam nos esgotos, sempre à meia-noite de sábado.


O subterrâneo chamava novamente.

E agora havia um horário para o encontro.


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagem gerada por IA pelo Leonardo.ai.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Vila de Korm



Os Duyshidakk foram finalmente derrotados.

O campo de batalha silenciou… restando apenas os últimos membros do bando, ainda presos em formas grotescas de pudins instáveis, incapazes de recuperar sua identidade.

Então Zanzertein avança.

Ele ergue o Olho de Sszzaas, o artefato pulsando com mistério antigo.

“Wynna aceita toda magia — até a que nasce da dúvida.”

Canalizando o domínio da deusa sobre o artefato, o mago roga ao Senhor dos Mistérios que trace um Círculo de Restauração. A energia se expande como uma mandala invisível, fechando feridas, acalmando dores e devolvendo parte do vigor mágico aos Cobra Véia.

Revigorados, os heróis seguem adiante.


Vila de Korm

Por fim, as muralhas da Vila de Korm surgem sob o céu cinzento.

Alguns itens tomados dos Duyshidakk são vendidos — um ferreiro local e seu filho ajudam com honestidade e habilidade, aliviando peso e reforçando recursos.

Na taverna mais aconchegante da vila, o grupo decide buscar informações locais. Entre copos e murmúrios, surge um nome recorrente:

Kirima, o guia local, conhecedora dos caminhos e perigos da região.

Cansado, Zanzertein se recolhe a um quarto para descansar a mente exaurida.

Bolgg, por outro lado, resolve cuidar do corpo — chama uma acompanhante que oferece serviços de massagem, e ambos, após interagir na noite, desaparecem escada acima.


Canções, Segredos e Presságios

Na área comum da taverna, Lyraleimirandathariel se apresenta a Jalin.

Uma barda, olhar atento e voz treinada. Jalin convida Anastácia para a conversa.

Ela fala sobre o poder das notas musicais — como podem inspirar coragem, provocar medo ou arrancar verdades escondidas. Diz desejar acompanhar Jalin, reforçando suas performances e talentos bardos.

Então, ela canta.

A melodia cresce, acelera… e algo muda.

Lyraleimirandathariel entra em transe, e através da música revela o que sabe sobre o Santuário de Beluhga:

A caverna se volta contra aqueles que a adentram.

Há alguém esperando lá dentro.

E um nome ecoa entre os versos: Bhalorg.

O presságio paira no ar como gelo prestes a cair.


Sangue na Taverna

Apósuma noite tranquila,  sons de alvoroçochegam com o amanhecer.

Uma multidão se forma do lado de fora. Guardas tentam conter o povo.

Na parede, um símbolo pintado em vermelho — sangue fresco.

No chão, um cadáver, ainda quente.

A guarda Cassidy se aproxima. Os soldados dispersam a multidão enquanto ela explica:

estão ali para apagar o símbolo de Aharadak.

O morto era o ajudante do ferreiro que haviam visitado no dia anterior.


Vozes Além da Morte

Zanzertein dobra a luz e o olhar do mundo.

Ele conjura Invisibilidade sobre Anastácia — a realidade simplesmente se esquece dela.

Então, Anastácia se ajoelha ao lado do corpo.

Sua voz não ecoa no ar… ecoa no além.

Ela conjura Voz Divina, permitindo que os mortos respondam.

O cadáver desperta o último sopro de consciência.

Seu nome era Magnus.

Ele não viu seu assassino.

Mas afirma, com ódio ainda preso à alma, que os guardas eram seus inimigos — e aponta para o símbolo na parede.

Antes de silenciar de vez, Magnus deixa nomes… fios soltos de uma verdade maior:

Cassidy, guarda

Honório, guarda minotauro

Mallory, apotecária — sua irmã

Willy, o ferreiro

Kellon, juiz de Khalmyr


O espírito se dissipa.

E o mistério de Korm apenas começa.


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagens geradas pelo Leonardo.IA.


domingo, 1 de fevereiro de 2026

Goblins Pudins.

 


Os goblins transformados em pudim estremecem, tentam recuperar suas formas originais, mas a magia os mantém presos em corpos ridículos e instáveis de pudins.

Um deles mira Jalin e dispara um foguete explosivo.

O artista gira no último segundo, como se estivesse dançando para uma plateia invisível, e o projétil explode onde ele estava instantes antes.

Outro goblin lança um míssil congelante contra Aric, mas a proteção persiste.

Zanzertein havia tecido uma lógica arcana sólida — e o frio simplesmente não encontra espaço para agir.

Jalin é atacado por uma garra longa mecânica; ele rebate o golpe com o próprio chifre, arrancando faíscas, visivelmente irritado por continuar sendo alvo. Saca sua pistola e dispara — o tiro acerta, mas a armadura tecnológica do goblin absorve quase todo o impacto.

Então Anastácia age.

Ela sussurra algo que não pertence ao mundo dos vivos.

A magia Rogar Maldição se crava em Belchior, corroendo sua mente e espírito. O hobgoblin sente o peso da morte iminente: amaldiçoado, esmorecido, enfraquecido.

Zanzertein redesenha a lógica do mundo com um gesto exato.

Outro goblin se contorce e é reduzido a um pudim amorfo, sua forma dissolvida pela Metamorfose.

Belchior tenta retaliar contra Anastácia — mas ela é apenas sombra e ausência, incorpórea sob o Manto das Sombras.

Um goblin tenta atingir Aric com sua garra mecânica, mas o parodista escapa com um passo exagerado, quase teatral.

Jalin encosta a mão na bainha mágica.

Ele sorri, como quem anuncia o próximo ato.

Sua pistola recebe Arma Mágica — agora eletricidade dança pelo cano.

Anastácia ergue a mão novamente.

Sombras se arrastam até seus dedos.

O Crânio Voador de Vladslav atravessa o ar e explode contra Belchior, deixando o hobgoblin abalado, o espírito vacilante.

A realidade aceita o argumento de Zanzertein.

Ele lança Velocidade em Aric.

Aric dispara para frente, rápido demais para olhos comuns.

Com Presa da Serpente Maciça, atravessa a defesa de Belchior e o derruba com um golpe devastador.

Aric se afasta, bebe uma poção e recupera o fôlego.

Os goblins-pudim ainda tentam voltar ao normal. Falham novamente.

Jalin não perde tempo: um tiro preciso atravessa um deles.

Anastácia impõe outra Maldição, afundando mais um na decadência.

Aric ataca outro, deixando-o cego, incapaz de reagir.

Jalin encosta o cano da pistola diretamente na massa trêmula de um pudim.

“Fim do espetáculo.”

O disparo o reduz a nada.

Anastácia aplica um bálsamo de drogadora, fechando seus próprios ferimentos com eficiência sombria.

Aric destrói outro pudim sem cerimônia.

Então Zanzertein dá um passo à frente.

Ele fala com a mente, não com a voz.

Conjura Súplica Mística, seu feitiço assinatura, invadindo os últimos ecos da consciência de Belchior e exigindo arrependimento — em troca, a magia residual do hobgoblin flui para o mago, restaurando parte de seu poder arcano.

Jalin finaliza mais um goblin-pudim com Adaga Mental, atordoando-o antes de um disparo certeiro de sua pistola de adamante.

Por fim, Anastácia profanar o terreno e, com um gesto frio, convoca Tentáculos de Trevas, que se erguem do chão e aprisionam o último goblin, encerrando o combate sob o domínio absoluto da necromante.


Texto por Roberto Oliveira. 

Revisão por Leandro Carvalho. 

Imagens geradas por IA pelo Copilot.