Os goblins transformados em pudim estremecem, tentam recuperar suas formas originais, mas a magia os mantém presos em corpos ridículos e instáveis de pudins.
Um deles mira Jalin e dispara um foguete explosivo.
O artista gira no último segundo, como se estivesse dançando para uma plateia invisível, e o projétil explode onde ele estava instantes antes.
Outro goblin lança um míssil congelante contra Aric, mas a proteção persiste.
Zanzertein havia tecido uma lógica arcana sólida — e o frio simplesmente não encontra espaço para agir.
Jalin é atacado por uma garra longa mecânica; ele rebate o golpe com o próprio chifre, arrancando faíscas, visivelmente irritado por continuar sendo alvo. Saca sua pistola e dispara — o tiro acerta, mas a armadura tecnológica do goblin absorve quase todo o impacto.
Então Anastácia age.
Ela sussurra algo que não pertence ao mundo dos vivos.
A magia Rogar Maldição se crava em Belchior, corroendo sua mente e espírito. O hobgoblin sente o peso da morte iminente: amaldiçoado, esmorecido, enfraquecido.
Zanzertein redesenha a lógica do mundo com um gesto exato.
Outro goblin se contorce e é reduzido a um pudim amorfo, sua forma dissolvida pela Metamorfose.
Belchior tenta retaliar contra Anastácia — mas ela é apenas sombra e ausência, incorpórea sob o Manto das Sombras.
Um goblin tenta atingir Aric com sua garra mecânica, mas o parodista escapa com um passo exagerado, quase teatral.
Jalin encosta a mão na bainha mágica.
Ele sorri, como quem anuncia o próximo ato.
Sua pistola recebe Arma Mágica — agora eletricidade dança pelo cano.
Anastácia ergue a mão novamente.
Sombras se arrastam até seus dedos.
O Crânio Voador de Vladslav atravessa o ar e explode contra Belchior, deixando o hobgoblin abalado, o espírito vacilante.
A realidade aceita o argumento de Zanzertein.
Ele lança Velocidade em Aric.
Aric dispara para frente, rápido demais para olhos comuns.
Com Presa da Serpente Maciça, atravessa a defesa de Belchior e o derruba com um golpe devastador.
Aric se afasta, bebe uma poção e recupera o fôlego.
Os goblins-pudim ainda tentam voltar ao normal. Falham novamente.
Jalin não perde tempo: um tiro preciso atravessa um deles.
Anastácia impõe outra Maldição, afundando mais um na decadência.
Aric ataca outro, deixando-o cego, incapaz de reagir.
Jalin encosta o cano da pistola diretamente na massa trêmula de um pudim.
“Fim do espetáculo.”
O disparo o reduz a nada.
Anastácia aplica um bálsamo de drogadora, fechando seus próprios ferimentos com eficiência sombria.
Aric destrói outro pudim sem cerimônia.
Então Zanzertein dá um passo à frente.
Ele fala com a mente, não com a voz.
Conjura Súplica Mística, seu feitiço assinatura, invadindo os últimos ecos da consciência de Belchior e exigindo arrependimento — em troca, a magia residual do hobgoblin flui para o mago, restaurando parte de seu poder arcano.
Jalin finaliza mais um goblin-pudim com Adaga Mental, atordoando-o antes de um disparo certeiro de sua pistola de adamante.
Por fim, Anastácia profanar o terreno e, com um gesto frio, convoca Tentáculos de Trevas, que se erguem do chão e aprisionam o último goblin, encerrando o combate sob o domínio absoluto da necromante.
Texto por Roberto Oliveira.
Revisão por Leandro Carvalho.
Imagens geradas por IA pelo Copilot.






